BCP explora reformados do ex Banco de Angola (Lisboa).
o BCP reformou o presidente aos 44 anos com uma reforma milionária, e despediu os administradores com prémios de milhões, mas paga aos colaboradores reformas de miséria.
Aos quadros técnicos superiores um pouco acima do salário minimo nacional.
Estes, por terem descontado para a sua reforma, o que não acontece aos restantes colaboradores, são descriminados, sendo lhes debitado o valor a receber no dia em que aos restantes é creditado o seu vencimento.
Assim o BCP apodera-se duma parte substancial do vencimento do técnico superior, durante 15 dias.
No caso do subsídio de férias acontece um caso carricato. É-lhe debitado o subsídio apopderando-se o BCP deste valor, sendo aos restants colaboradores pago o subsídio de férias em Janeiro.
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