quinta-feira, 3 de maio de 2012

deficit uma falsa questão

Para justificar o que é injustificavel, os Governos e uma entidade autoentitulada Troika, que ninguem sabe das suas origens e intenções, impoe limites aos deficits. Mas não indicam como atingir de forma clara e evidente o caminha para lá chegar. Apenas estabelecem limites. Limites nos salários, limites nos feriados, limites nas horas de trabalho, limites ou cortes nos subsídios, limites na contratação, limites nas indemnizações. Não há uma única referencia em como criar riqueza, como aumentar as exportações, como criar emprego, como aumentar o poder de compra dos portugueses, como integrar os jovens licenciados, a nata da sociedade e potenciais criadores da riqueza, no mercado de trabalho.
Os MCS lacaios dos Governos apenas limitam-se a fazer eco das suas intenções, mentalizando a população que conseguem assim aceitar passivamente as cortes nos salários, aumentos e sobretaxas nos impostos e cortes das pensões. Para resolver o deficit público se ele defacto existe, porque nenhum Govervo sabe exactamente quanto é, deve-se comerçar pelo controlo das despesas e não de forma facil aumentar receitas com aumntos de impostos e cortes de pensões que forçosamente iriam reduzir receitas do Estado. Porque não reduzir as despesas da AR que pelo contário aumentaram, porque não reduzir os institutos públicos, as reguesias, as despesas autarquicas, controlo entre despesas orçamentadas e as efectivamente pagas, suspensão das refomas milionárias e devolução das verbas recebidas desde há 15 anos, data do início do deficit. Estas e outras medidas a implementar demostram que o deficit é uma falsa questão

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